Um programa de seis semanas pra você sair com um terreno fértil pra construir algo gostoso. Já que o mercado tá forçando a gente a empreender, vamos fazer algo que gostamos.
E ao mesmo tempo, ficar mudando de ideia toda semana atrás do hype não funciona. O que sobra é construir um terreno: algo vivo, que sempre vai estar brotando coisa nova.
Fora dela, a maioria não sabe nomear a própria assinatura criativa, não vê a habilidade natural como força, não consegue apropriar o valor do que já faz.
Toda empresa do século XXI opera em lógica ecossistêmica: produtos que se alimentam, ativos que orbitam um centro. A gente é que continua tratando cada coisa que faz como uma ilha.
E o diagnóstico errado leva pra terapia errada. Se você acha que o problema é o primeiro mas o real é o segundo, você fica anos tentando consertar uma coisa que não está quebrada.
Achar que você não tem nada a oferecer. Achar que seu trabalho não presta. Sentir-se uma fraude que ainda não foi descoberta.
Você tem muito valor real. Mas ainda não conseguiu nomear, apropriar e comunicar esse valor pra fora. Você entrega estratégia e o cliente vê tela. Você resolve o problema todo e fica com a etiqueta de uma parte só.
Cinco dimensões que a gente usa pra mapear o seu terreno. Não é um modelo abstrato: é o que vai estar preenchido no seu relatório final, com os seus dados, os seus projetos, o seu jeito.
Seis encontros é tempo suficiente pra ver algo brotar, e curto o bastante pra não virar pós-graduação. Entre as sessões, a gente troca pelo WhatsApp e você faz alguns exercícios que vou mandando.
Desenferrujar o pensamento ecossistêmico. Coletar feedback de pessoas que já trabalharam com você. Mapear o que existe hoje no seu ecossistema: o que está verde, o que está amarelo, o que ainda não existe.
Qualquer coisa. Um artigo. Um esboço de oferta. A primeira semente do seu território no mundo. Não pra "lançar", pra você sentir como é se mover a partir do seu próprio centro, não do centro do empregador.
Olhar pras "falhas" é emocionalmente desgastante e chato de fazer sozinho. Aqui meu papel é te ajudar a lidar com qualquer frustração que rolou, e a transformar tudo isso em um terreno que você sabe operar daqui pra frente.
Ninguém ficou rico. Ninguém largou o trabalho. Mas saíram com caminho criativo, empolgação pra produção intelectual e um terreno próprio pra plantar.
O Miro é o nosso espaço de trabalho. As trocas no WhatsApp são o tecido vivo do programa. Mas o que fica é um documento de 4 a 6 páginas em PDF, pensado pra cumprir três funções ao mesmo tempo: espelho (te mostrar como eu te vejo de fora), mapa (te dar orientação estratégica) e semente (plantar ideias concretas sem fechar caminhos).
Você não sai com um plano. Sai com um terreno e uma direção pra ir testando.
Comportamentais e profissionais. Os que te impulsionam e os que te travam, sem julgamento, com nome.
O que existe e funciona. O que existe mas não está sendo usado estrategicamente. O que ainda não existe e deveria.
Uma ou duas frases nomeando o espaço estratégico criativo de onde podem nascer projetos, produtos e ideias.
De 3 a 5 ideias concretas (artigo, produto, consultoria, projeto, vídeo) com uma frase de por que cada uma faz sentido especificamente pra você.